O pacto.

Imagem Google.

A cada despertar renova o pacto com a paciência.

Os dias escorrem na linha do tempo com as dificuldades e empecilhos de sempre.

Como as gotas da torneira mal ajustada, que cai a espaços iguais e irritantes...

No inicio, não as ouvia, com o tempo, o ruído imperceptível passa a ser ensurdecedor.

Todavia, há que estar em paz consigo e com a vida. Aceitar as desventuras sem queixas estéreis.

Não sabe mais como tudo começou, mas trama um desfecho feliz.

Paciência pensa ela. Paciência só por hoje, murmuram os fantasmas da casa grande e gelada.

Paciência, porque nada do que foi e é sempre será.

Para modificar o final de uma história que se perdeu em noites eternas, acompanhará se preciso for, as mudanças das primaveras, exigindo-se e impondo-se a transmutação possível.

A possível e almejada libertação.


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