Depressão, um doloroso caminho a ser percorrido por borderlines e bipolares.



E tudo passa muito rápido, porque você sabe que não vai funcionar mesmo.
A dor pode se transformar em um ciclo interminável.
Tem que cuidar muito para que não se transforme em uma segunda pele, tem que cuidar para que você não esqueça o seu verdadeiro eu e se transforme em uma coleção de máscaras sociais que você coloca para sobre-viver
Por que as máscaras vão aderindo à sua pele e à sua alma, e aí você vai perdendo a capacidade de identificar o seu verdadeiro eu, perdido sob montes de escombros e lixos emocionais.
Contudo, nem tudo está perdido, você faz uma terapia, revolve os lixos acumulados, separa o que vale a pena do que tem que eliminar mesmo, e segue sempre, em um renovar-se diário, como uma fênix que já nem sabe porque deve se reinventar.

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